Bombas de fragmentação deixam mais de mil vítimas em 2025
Relatório aponta que munições de fragmentação causaram 1.063 vítimas em 2025, com a Ucrânia concentrando 87% dos casos globais.
Pontos principais
- O uso de bombas de fragmentação resultou em 1.063 mortes ou ferimentos ao longo de 2025.
- A Ucrânia registrou 927 vítimas, representando a grande maioria dos incidentes no período.
- Civis compuseram 87% do total de vítimas registradas globalmente.
- O uso dessas armas foi identificado em países como Rússia, Irã, Mianmar, Tailândia e Ucrânia.
- O uso dessas munições viola a Convenção de Oslo de 2008, que proíbe o emprego de tais artefatos.
Um relatório da Coalizão contra Munições de Fragmentação revelou que o uso desses artefatos causou 1.063 mortes ou ferimentos em 2025. A Ucrânia foi o país mais afetado, concentrando 87% das vítimas globais, com 927 pessoas atingidas. O levantamento destaca que a grande maioria dos afetados, cerca de 87%, são civis, o que reforça as preocupações humanitárias sobre o impacto dessas armas em áreas povoadas. Além do território ucraniano, incidentes foram documentados em outras oito nações, incluindo Rússia, Síria e Afeganistão. O uso contínuo de munições de fragmentação por diversos Estados, como Irã, Mianmar e Tailândia, ocorre apesar da proibição estabelecida pela Convenção de Oslo de 2008, que veta a produção, o uso e o armazenamento desses dispositivos devido ao seu alto risco indiscriminado contra populações civis.
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