Rock in Rio adota robô humanoide para reforçar segurança em áreas de risco
O festival utiliza o robô G1Plug, avaliado em R$ 200 mil, para monitorar locais críticos e reduzir a exposição de profissionais humanos a perigos.
Pontos principais
- O robô G1Plug, desenvolvido pela Pluginbot, pesa 35 quilos e possui sensores e câmeras de alta precisão.
- O investimento na tecnologia foi de R$ 200 mil para a operação de segurança do evento.
- A ferramenta permite transmissão de dados em tempo real, facilitando o monitoramento de áreas de difícil acesso.
- Esta é a estreia de um robô humanoide em festivais brasileiros, após teste bem-sucedido na edição de Lisboa.
O Rock in Rio implementou uma nova estratégia de segurança ao integrar o robô humanoide G1Plug em sua operação. Desenvolvido pela empresa Pluginbot, o equipamento de 35 quilos foi adquirido por R$ 200 mil com o objetivo de monitorar áreas críticas e locais de difícil acesso durante o festival. Equipado com sensores avançados e câmeras de transmissão em tempo real, o robô atua como um suporte tecnológico que minimiza a necessidade de exposição de agentes humanos a situações de risco potencial. A iniciativa marca a primeira vez que um robô humanoide é utilizado em um evento de grande porte no Brasil, seguindo uma estratégia de inovação já testada com sucesso na edição de Lisboa, realizada em junho. A adoção da tecnologia reflete uma tendência crescente de automação em grandes eventos para otimizar a vigilância e aumentar a eficiência operacional das equipes de segurança.
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