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Análise: Captain Tsubasa 2: World Fighters traz evolução e falhas

O novo título da franquia melhora a jogabilidade, mas decepciona pela escassez de modos e retrocessos técnicos em relação ao antecessor.

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Foto: TecMundo
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07/09 às 11:01

Pontos principais

  • O jogo recria o arco do Mundial Sub-19 com melhorias no sistema de defesa e novos super movimentos.
  • A experiência é limitada pela ausência de substituições e de opções para alterar a formação durante as partidas.
  • O modo história é criticado pela linearidade e pelo excesso de diálogos e telas de carregamento.
  • Diferente do título anterior, o jogo não oferece suporte a áudio ou legendas em português.
  • O portal Voxel atribuiu nota 70 ao título, destacando o contraste entre a mecânica em campo e o conteúdo externo.

O recém-lançado Captain Tsubasa 2: World Fighters apresenta um cenário misto para os fãs da franquia. Embora o título tenha aprimorado a jogabilidade central, introduzindo um sistema de defesa mais robusto para goleiros e novos movimentos especiais, a experiência geral é prejudicada por limitações técnicas significativas. A impossibilidade de realizar substituições ou ajustes táticos durante as partidas, aliada a um modo história excessivamente linear e interrompido por constantes telas de carregamento, retira parte da fluidez esperada para um jogo de esportes moderno. Além disso, a ausência de localização para o português, recurso presente no jogo anterior, marca um retrocesso notável na acessibilidade para o público brasileiro. Com nota 70 no portal Voxel, o jogo demonstra que, apesar dos avanços mecânicos em campo, a falta de conteúdo e o polimento insuficiente fora dele limitam seu potencial.

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