Projetos de arranha-céus buscam recordes de altura ao redor do mundo
Novos empreendimentos globais, como a Jeddah Tower e a Senna Tower no Brasil, competem para redefinir os limites da engenharia civil moderna.
Pontos principais
- A Jeddah Tower, na Arábia Saudita, tem previsão de conclusão para 2028 com a meta de atingir 1 quilômetro de altura.
- O projeto brasileiro Senna Tower, em Balneário Camboriú, planeja alcançar 550 metros e ser o residencial mais alto do mundo.
- O investimento na Senna Tower é de R$ 3 bilhões, com 18% das unidades já comercializadas.
- O Conselho de Edifícios Altos e Habitat Urbano classifica como mega-altos os prédios com 600 metros ou mais.
- Outros projetos de grande porte estão em desenvolvimento na China e no México para elevar o padrão de altura global.
A corrida global por arranha-céus vive uma nova fase com projetos ambiciosos que buscam superar recordes de altura e status arquitetônico. Na Arábia Saudita, a construção da Jeddah Tower avança com o objetivo de atingir a marca inédita de 1 quilômetro de altura até 2028. Paralelamente, o Brasil ganha destaque no setor com a Senna Tower, em Balneário Camboriú, um empreendimento residencial de R$ 3 bilhões que projeta atingir 550 metros. A relevância desses projetos reside na aplicação de tecnologias avançadas de engenharia e no impacto econômico para os mercados imobiliários locais. Enquanto a classificação de mega-altos é reservada a estruturas acima de 600 metros, a diversificação desses edifícios em países como China e México demonstra uma tendência crescente de verticalização urbana e busca por marcos icônicos nas metrópoles contemporâneas.
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