Apple sai de carteiras recomendadas por pressão em custos de memória
Analistas removem Apple de recomendações globais devido ao aumento de custos em data centers e incertezas sobre a política de juros nos EUA.
Pontos principais
- Apple deixou o ranking das ações internacionais mais indicadas por instituições financeiras.
- Aumento dos custos de memória para data centers pressiona as margens de lucro da companhia.
- A Micron assumiu a posição de ação internacional mais recomendada pelo mercado.
- Investidores priorizam empresas de infraestrutura voltadas para inteligência artificial.
- Incertezas sobre a política de juros nos Estados Unidos influenciam a alocação de ativos.
A Apple foi removida das principais carteiras de ações internacionais recomendadas por analistas para o mês de setembro. A decisão reflete uma mudança na estratégia dos investidores, que agora priorizam empresas fornecedoras de infraestrutura para data centers e inteligência artificial. O aumento dos custos de memória tem gerado preocupações sobre a sustentabilidade das margens de lucro da fabricante do iPhone, levando o mercado a buscar alternativas mais resilientes no setor de tecnologia, como a Micron, que se tornou a ação mais recomendada. Esse movimento ocorre em um cenário de volatilidade no mercado americano, onde a possibilidade de alta de juros, impulsionada por dados de emprego e discursos do banco central, tem levado gestores a reajustar suas posições em ativos globais, apesar da alta de 6,04% registrada pelo índice de BDRs na B3 em agosto.
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