Análise aponta que Copilot raramente reproduz trechos de notícias
Estudo em documentos judiciais mostra que menos de 1% dos logs do Copilot da Microsoft contêm sequências idênticas a conteúdos jornalísticos.
Pontos principais
- Especialista contratado por editoras examinou 8,2 milhões de registros de chat do Copilot.
- Apenas 60 mil registros apresentaram pelo menos 16 palavras em comum com notícias.
- O levantamento indica baixa incidência de reprodução integral de textos protegidos por direitos autorais.
Documentos judiciais recentes revelaram dados sobre o funcionamento do Copilot, a ferramenta de inteligência artificial da Microsoft. Uma análise técnica, conduzida por um especialista contratado por editoras, examinou mais de 8,2 milhões de registros de conversas da plataforma. O estudo constatou que apenas cerca de 60 mil desses logs continham sequências de 16 palavras ou mais idênticas a conteúdos noticiosos, o que representa menos de 1% do total analisado. Este dado é relevante no contexto das disputas legais sobre direitos autorais envolvendo o treinamento de modelos de linguagem e a geração de respostas por IA. O resultado sugere que, na prática, o Copilot raramente reproduz trechos longos de notícias, um ponto central nas discussões sobre a proteção de propriedade intelectual e o uso de dados por empresas de tecnologia.
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