Tecnologia 6G poderá atuar como radar para detectar objetos e pessoas
A futura rede 6G integrará sensoriamento e inteligência artificial, permitindo identificar objetos e pessoas mesmo sem conexão à rede móvel.
Pontos principais
- O 6G permitirá o sensoriamento integrado, funcionando como um radar para detectar presença física no ambiente.
- A infraestrutura da rede servirá como plataforma de computação para processamento de dados via inteligência artificial.
- O projeto Brasil 6G, coordenado pelo Inatel, trabalha para influenciar os padrões internacionais da tecnologia.
- A expectativa é que as primeiras redes comerciais 6G sejam lançadas globalmente a partir de 2030.
O desenvolvimento da tecnologia 6G promete transformar a infraestrutura de telecomunicações ao integrar capacidades de sensoriamento diretamente na rede. Diferente das gerações anteriores, o 6G poderá atuar como um radar, identificando objetos e pessoas mesmo que estes não possuam dispositivos conectados. Essa funcionalidade será potencializada pela incorporação de inteligência artificial, que permitirá que a rede funcione como uma plataforma de processamento de dados em tempo real. No Brasil, o projeto Brasil 6G, coordenado pelo Inatel, busca garantir a participação do país na definição dos padrões globais dessa tecnologia. A expectativa do setor é que a implementação comercial do 6G ocorra por volta de 2030, trazendo avanços significativos para a conectividade e a automação de ambientes inteligentes.
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