Tarcísio e Haddad divergem sobre situação fiscal de São Paulo
Candidatos ao governo paulista trocaram críticas sobre a gestão das contas públicas estaduais durante agendas de campanha nesta segunda-feira.
Pontos principais
- Tarcísio de Freitas minimizou o impacto do déficit orçamentário e criticou a política econômica federal.
- Fernando Haddad classificou as finanças de São Paulo como as piores dos últimos 30 anos.
- Haddad prometeu revisar contratos da atual gestão caso vença o pleito.
- Tarcísio defendeu a expansão do modelo de pedágio eletrônico free flow para o setor de transportes.
A disputa pelo governo de São Paulo intensificou o debate sobre a saúde financeira do estado nesta segunda-feira. O atual governador Tarcísio de Freitas defendeu sua gestão, argumentando que o déficit orçamentário não deve ser lido como um indicador isolado de fracasso, ao mesmo tempo em que direcionou críticas à condução da economia pelo governo federal. Em contrapartida, o candidato Fernando Haddad adotou um tom severo, descrevendo o cenário fiscal como o mais crítico das últimas três décadas e comprometendo-se a realizar uma revisão minuciosa nos contratos da administração atual caso seja eleito. Enquanto os principais candidatos focaram no embate econômico, outros postulantes ao cargo, como Vera Lúcia e Izadora Dias, cumpriram agendas voltadas a entrevistas e atividades internas de campanha, mantendo o foco em suas estratégias de mobilização eleitoral.
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