Senado aprova indicação de Rodrigo Pacheco para o TCU
Com 63 votos favoráveis e 4 contrários, o Senado Federal aprovou a indicação do senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) para o cargo de ministro do TCU, seguindo agora para a Câmara.
Pontos principais
- O Plenário do Senado aprovou a indicação de Rodrigo Pacheco para o Tribunal de Contas da União com 63 votos a favor e 4 contrários.
- A indicação, formalizada pelo projeto de decreto legislativo PDL 995/2026, segue agora para análise da Câmara dos Deputados.
- Pacheco ocupará a vaga deixada pelo ministro Bruno Dantas, que oficializou sua saída antecipada da corte.
- A articulação política foi conduzida pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, com relatoria do senador Renan Calheiros.
- A votação ocorreu sem a realização de sabatina prévia e contou com apoio de parlamentares da base governista e da oposição.
- Pacheco, ex-presidente do Senado, foi indicado após ter sido preterido pelo presidente Lula para uma vaga no Supremo Tribunal Federal.
O Senado Federal aprovou, em sessão plenária, a indicação do senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) para o cargo de ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). A votação, que consolidou a transição do parlamentar para a corte de contas, obteve ampla maioria, com 63 votos favoráveis e apenas 4 contrários, conforme registrado pela TV Senado. A matéria, formalizada pelo projeto de decreto legislativo PDL 995/2026, segue agora para apreciação da Câmara dos Deputados antes da nomeação final.
A articulação para o nome de Pacheco foi conduzida pelo atual presidente da Casa, Davi Alcolumbre, com o senador Renan Calheiros atuando como relator da matéria. Calheiros destacou a trajetória de Pacheco no Senado durante a sessão. O ex-presidente da Casa ocupará a vaga deixada pelo ministro Bruno Dantas, que oficializou sua saída antecipada do tribunal na mesma semana. A movimentação ocorre após Pacheco ter sido preterido pelo presidente Lula para uma vaga no Supremo Tribunal Federal.
A votação foi realizada sem a necessidade de sabatina prévia e recebeu apoio de parlamentares tanto da base governista quanto da oposição, incluindo manifestações de figuras como Jaques Wagner e Leila Barros. A nomeação é um movimento relevante na composição dos órgãos de controle, dado o papel estratégico do tribunal na análise das contas públicas e na fiscalização contábil, financeira e orçamentária da União.
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