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Estudo do Google revela que LLMs falham ao recuperar fatos conhecidos

Pesquisa aponta que modelos de fronteira possuem a maioria dos dados, mas falham na recuperação, problema que pode ser mitigado com mais processamento.

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Foto: Venturebeat
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01/09 às 16:32

Pontos principais

  • Modelos como GPT-5 e Gemini-3 codificam entre 95% e 98% dos fatos testados.
  • A imprecisão factual decorre mais da dificuldade de acesso à informação do que da falta de conhecimento.
  • Técnicas como 'Chain-of-Thought' permitem recuperar de 40% a 65% dos fatos inacessíveis inicialmente.
  • O estudo propõe o 'fact-level profiling' como novo método para avaliar a eficiência de modelos.
  • Aumentar o tamanho do modelo pode elevar a proporção de falhas de recuperação, tornando o conhecimento inacessível.

Um estudo conduzido por pesquisadores do Google Research e do Technion indica que a baixa precisão factual em modelos de linguagem de grande escala (LLMs) é, frequentemente, uma falha de recuperação e não de armazenamento. A análise demonstrou que modelos de fronteira, como o GPT-5 e o Gemini-3, já possuem entre 95% e 98% dos fatos testados codificados em sua estrutura. O problema reside na incapacidade do modelo de acessar esses dados de forma direta durante a inferência. A utilização de técnicas de processamento, como a 'Chain-of-Thought', demonstrou ser eficaz ao permitir que os modelos recuperem até 65% das informações que inicialmente falharam em processar. Os autores sugerem que o foco do desenvolvimento deve migrar para o 'fact-level profiling', uma vez que aumentar o tamanho dos modelos pode, paradoxalmente, elevar a taxa de falhas de recuperação, deixando vastas quantidades de conhecimento armazenado inacessíveis para o usuário final.

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