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Anvisa alerta que anéis e relógios inteligentes não substituem exames

Agência reforça que dispositivos vestíveis não possuem autorização para diagnósticos médicos ou monitoramento clínico de doenças.

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Foto: InfoMoney
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28/08 às 18:01

Pontos principais

  • A Anvisa esclareceu que dados de smartwatches e anéis não substituem avaliações médicas profissionais.
  • Nenhum dispositivo vestível possui autorização da agência para medir glicemia ou oximetria com fins clínicos.
  • Equipamentos voltados apenas para bem-estar ou esportes dispensam regularização, ao contrário de dispositivos de diagnóstico.
  • A regulação pela Anvisa pode abranger tanto o hardware quanto o software que processa as informações de saúde.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu um alerta oficial reforçando que anéis e relógios inteligentes não devem ser utilizados para o diagnóstico de doenças, tratamentos ou como substitutos de exames clínicos profissionais. Segundo a agência, embora esses dispositivos sejam populares para o monitoramento de atividades físicas, eles não possuem a certificação necessária para garantir a precisão exigida em contextos médicos. Atualmente, não há dispositivos vestíveis autorizados no Brasil para medições críticas, como níveis de glicemia ou oximetria.

A Anvisa destaca que a regularização é obrigatória para qualquer equipamento que alegue finalidade de diagnóstico, exigindo comprovação rigorosa de segurança e desempenho. Enquanto dispositivos focados estritamente em bem-estar e esportes não precisam de registro, o software e o hardware que processam dados de saúde para fins clínicos devem passar por avaliação técnica. A orientação visa prevenir riscos à saúde dos usuários que possam tomar decisões baseadas em resultados imprecisos fornecidos por tecnologias não validadas.

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