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Brasil tem baixa adesão a visto por investimento apesar de facilidades

Relatório aponta que o Brasil atrai poucos investidores estrangeiros para residência, mesmo oferecendo cidadania rápida e aportes acessíveis.

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Foto: InfoMoney
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25/08 às 06:03 · atualizado 06:35

Pontos principais

  • O Brasil exige investimentos a partir de US$ 30 mil em tecnologia, US$ 100 mil em empresas ou US$ 125 mil em imóveis para residência.
  • O processo brasileiro permite a obtenção de cidadania em apenas quatro anos, sendo um dos mais ágeis da América Latina.
  • A consultoria Global Citizen Solutions aponta que o país perde em competitividade para nações como Panamá e Paraguai no setor de vistos.
  • A baixa procura é atribuída à falta de divulgação internacional e à escassez de consultorias especializadas no programa brasileiro.
  • O cenário contrasta com a liderança do Brasil em Investimento Estrangeiro Direto (IED), que somou US$ 77,67 bilhões em 2025.

Embora o Brasil tenha se consolidado como o principal destino de Investimento Estrangeiro Direto na América Latina em 2025, com um aporte de US$ 77,67 bilhões, o país enfrenta dificuldades para atrair indivíduos interessados em programas de residência por investimento. Segundo um relatório da consultoria Global Citizen Solutions, o Brasil ocupa posições inferiores em comparação a vizinhos como Panamá e Paraguai, apesar de oferecer condições financeiras competitivas e um dos caminhos mais rápidos para a cidadania na região, com prazo de quatro anos. Especialistas apontam que a baixa adesão ao programa brasileiro decorre de uma divulgação internacional insuficiente e da menor presença de consultorias especializadas no mercado local. Enquanto países europeus restringem seus vistos para investidores, o Brasil ainda não capitalizou totalmente o interesse global por alternativas de residência na América Latina.

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