Hapvida avalia reajustes e mudanças em planos para 947 mil vidas
Empresa informou à CVM que ainda não definiu os reajustes para contratos coletivos, podendo optar por aumentos, mudanças de planos ou cancelamentos.
Pontos principais
- A Hapvida respondeu a questionamento da CVM sobre a revisão de contratos coletivos com precificação defasada.
- Cerca de 947 mil beneficiários podem ser impactados por alterações ou descontinuidade de serviços nos próximos 12 meses.
- A companhia esclareceu que os reajustes não serão uniformes e podem envolver alterações em coparticipações.
- A empresa negou que a expressão 'duplo dígito forte' represente uma projeção oficial de reajuste para os contratos.
A Hapvida comunicou à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) que ainda não definiu os reajustes aplicáveis aos seus contratos coletivos que possuem precificação defasada. A medida pode impactar aproximadamente 947 mil beneficiários nos próximos 12 meses, com a possibilidade de a operadora optar por aumentos de preços, alterações nas condições dos planos ou até mesmo a descontinuidade de serviços específicos. Segundo a companhia, as mudanças não serão uniformes e poderão incluir ajustes em taxas de coparticipação e na estrutura dos planos oferecidos. A empresa também esclareceu que o termo 'duplo dígito forte', mencionado anteriormente em discussões sobre o setor, não constitui uma projeção oficial de reajuste, sendo apenas uma referência a dados históricos de mercado. A movimentação reflete a estratégia da operadora em buscar o equilíbrio financeiro de sua carteira de clientes coletivos.
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