Igreja nega financiamento de protestos contra Albanese em inquérito
A Plymouth Brethren Christian Church refutou acusações de ter financiado ativistas para realizar protestos contra o primeiro-ministro Anthony Albanese.
Pontos principais
- A Plymouth Brethren Christian Church negou em inquérito parlamentar o pagamento a influenciadores de extrema-direita.
- A instituição classificou como falsas as reportagens que apontavam coordenação de voluntários para apoiar o Partido Liberal.
- O inquérito investiga possíveis irregularidades e interferências externas nas eleições australianas de 2025.
- Representantes da igreja afirmaram que as alegações de envolvimento político direto são infundadas.
Durante um inquérito parlamentar sobre as eleições de 2025, a Plymouth Brethren Christian Church negou formalmente ter financiado ativistas para realizar atos contra o primeiro-ministro Anthony Albanese e outros políticos. A liderança da organização classificou como uma mentira completa as reportagens veiculadas pelo grupo Nine, que sugeriam o uso de influenciadores para promover protestos direcionados. Além das acusações de financiamento, a igreja refutou alegações de que teria coordenado centenas de voluntários para atuar em seções eleitorais em favor de candidatos do Partido Liberal. O depoimento busca esclarecer o papel da instituição no pleito, em um momento em que a integridade do processo eleitoral e a influência de grupos religiosos no cenário político australiano estão sob escrutínio rigoroso das autoridades parlamentares.
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