Onda de calor recorde atinge a Península Coreana
Temperaturas extremas superam 40ºC na região, causando 14 mortes e levando governos a elevar alertas de emergência e monitorar o sistema elétrico.
Pontos principais
- A cidade sul-coreana de Yangsan registrou 42,5°C, a maior temperatura em 122 anos.
- Autoridades confirmaram 14 mortes e quase 1.900 casos de doenças relacionadas ao calor desde maio.
- O governo da Coreia do Sul elevou o alerta de resposta a ondas de calor para o segundo nível mais alto.
- O consumo de energia elétrica é monitorado devido ao uso intensivo de sistemas de refrigeração.
- A Coreia do Norte também enfrenta temperaturas próximas a 40ºC e mantém alertas ativos.
Uma onda de calor sem precedentes atinge a Península Coreana, com termômetros superando a marca de 40ºC em diversas localidades. Na Coreia do Sul, a cidade de Yangsan atingiu 42,5°C, estabelecendo um recorde histórico de 122 anos. O impacto humano é severo, com 14 mortes confirmadas e cerca de 1.900 atendimentos médicos por exaustão térmica desde o início de maio. Em resposta, o governo sul-coreano elevou o nível de alerta de emergência, ampliando a oferta de abrigos climatizados e a distribuição de insumos básicos à população vulnerável.
O fenômeno, que também afeta a Coreia do Norte, impõe desafios à infraestrutura regional. Autoridades do setor elétrico sul-coreano monitoram a rede nacional diante da expectativa de consumo recorde causado pelo uso intensivo de ar-condicionado. O calor extremo, que se espalha do sudeste em direção à região metropolitana de Seul, integra um padrão climático de temperaturas elevadas que afeta diversas regiões do hemisfério norte.
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