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Urna eletrônica completa 30 anos de uso no Brasil em 2026

Sistema de votação eletrônica chega a três décadas consolidado como o principal método de escolha de representantes sob auditoria do TSE.

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Foto: G1 Política
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31/07 às 10:32

Pontos principais

  • O sistema foi implementado em 1996 com o objetivo de eliminar fraudes associadas ao voto em papel.
  • Quatro empresas fabricaram os 14 modelos de urnas desde o início do projeto: Unisys, Procomp, Diebold e Positivo Tecnologia.
  • O TSE mantém controle integral sobre as especificações, segurança e supervisão da produção dos equipamentos.
  • Recursos de segurança incluem criptografia, assinatura digital e lacração de programas para garantir a integridade do pleito.
  • O modelo mais recente, UE2020, oferece maior capacidade de processamento e melhorias em acessibilidade.

Em 2026, o sistema de votação eletrônica do Brasil completa 30 anos de implementação. Criado em 1996 para substituir o voto em papel e mitigar riscos de fraude, o mecanismo tornou-se o padrão nacional para a escolha de representantes. Ao longo desse período, a fabricação dos 14 modelos de urnas foi realizada por quatro empresas — Unisys, Procomp, Diebold e Positivo Tecnologia —, sempre sob supervisão rigorosa do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O órgão detém o controle total sobre as especificações técnicas e os protocolos de segurança, que englobam criptografia, assinatura digital e auditorias públicas. A evolução tecnológica culminou no modelo UE2020, que aprimorou a capacidade de processamento e os recursos de acessibilidade, permitindo que os resultados das eleições sejam apurados poucas horas após o encerramento da votação em todo o território nacional.

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