Filipinas alertam que intercâmbio acadêmico com a China é ameaça
Secretário de Defesa filipino aponta que programas educacionais chineses podem ser usados para espalhar desinformação e exercer influência estatal.
Pontos principais
- Gilberto Teodoro Jnr, secretário de Defesa das Filipinas, manifestou preocupação com a vigilância de iniciativas educacionais estrangeiras.
- O alerta foi motivado por relatos de professores de idiomas treinados por uma universidade chinesa ligada a controvérsias nas Ilhas Batanes.
- O governo filipino classifica esses programas como possíveis ferramentas de táticas de 'zona cinzenta' e influência política.
- A declaração ocorre em meio ao aumento das tensões diplomáticas e de segurança entre Manila e Pequim.
O secretário de Defesa das Filipinas, Gilberto Teodoro Jnr, emitiu um alerta sobre os riscos de segurança associados a programas de intercâmbio acadêmico com a China. Segundo o governo filipino, tais iniciativas podem servir como canais para táticas de 'zona cinzenta', permitindo que Pequim exerça influência indevida e dissemine desinformação no país. A preocupação foi intensificada após denúncias de que docentes de idiomas em Manila teriam recebido treinamento de uma universidade chinesa envolvida em atividades controversas na região estratégica das Ilhas Batanes. Este episódio reflete a crescente cautela de Manila em relação à presença chinesa em setores sensíveis, exacerbando as tensões diplomáticas e de segurança que marcam a relação bilateral entre os dois países atualmente.
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