Cármen Lúcia defende papel da arte na democracia durante a Flip 2026
Ministra do STF participou da 24ª edição da Flip, onde discutiu a relação entre cultura e Direito e lançou livro sobre a história do voto no Brasil.
Pontos principais
- A ministra Cármen Lúcia participou da 24ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip).
- A magistrada destacou 'Romanceiro da Inconfidência', de Cecília Meireles, como uma obra fundamental que sempre a acompanha.
- Durante o evento, a ministra defendeu a arte como elemento transgressor e essencial para a manutenção da democracia.
- Cármen Lúcia lançou o livro 'Pela Mão do Povo – Democracia e Voto no Brasil', escrito em parceria com Heloisa Starling e Nayara Corrêa Henriques Pinto.
- A ministra reafirmou a importância da soberania popular e a segurança do sistema eleitoral brasileiro.
Durante a 24ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, promoveu um debate sobre a intersecção entre arte, Direito e democracia. Ao destacar a obra 'Romanceiro da Inconfidência', de Cecília Meireles, a magistrada enfatizou o papel da cultura como um pilar de resistência e transgressão necessário para a vitalidade democrática, criticando tentativas de sujeição cultural. O evento também serviu de palco para o lançamento de seu novo livro, 'Pela Mão do Povo – Democracia e Voto no Brasil', coescrito com Heloisa Starling e Nayara Corrêa Henriques Pinto. A obra analisa a trajetória histórica do voto no país, reforçando a tese da ministra de que a democracia é construída pela cidadania e pela participação popular, indo além das estruturas formais dos poderes do Estado.
Comentários
Carregando comentários...
