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Vance Boelter é condenado à prisão perpétua por ataques a políticos

O autor dos ataques contra a legisladora Melissa Hortman e o senador John Hoffman em Minnesota recebeu duas sentenças de prisão perpétua.

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Foto: G1 Mundo
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23/07 às 15:01 · atualizado 23:32

Pontos principais

  • Vance Boelter, de 59 anos, foi condenado a duas penas de prisão perpétua consecutivas, acrescidas de 40 anos de reclusão.
  • O réu confessou ter assassinado a presidente da Câmara de Minnesota, Melissa Hortman, e seu marido, Mark Hortman, em junho de 2025.
  • Boelter também foi responsável por disparos contra o senador estadual John Hoffman e sua esposa, Yvette, que sobreviveram ao atentado.
  • O criminoso admitiu motivação política, declarando que pretendia alterar o equilíbrio de poder na legislatura estadual.
  • A sentença foi proferida após um acordo judicial que evitou a aplicação da pena de morte ao réu.

Vance Boelter foi condenado a duas penas de prisão perpétua consecutivas, somadas a uma sentença adicional de 40 anos, pelo assassinato da presidente da Câmara de Minnesota, Melissa Hortman, e de seu marido, Mark Hortman. O crime, ocorrido em junho de 2025, chocou o estado após ser revelado que o atirador, de 59 anos, utilizou um disfarce de policial para invadir as residências das vítimas. Além do casal Hortman, o senador estadual John Hoffman e sua esposa, Yvette, foram alvos dos disparos, sobrevivendo ao ataque com ferimentos graves. O juiz John R. Tunheim, responsável pelo caso, classificou a sentença como a mais longa já proferida em sua carreira judicial.

Durante o processo, promotores apresentaram evidências de que Boelter monitorava a composição política de Minnesota com o objetivo deliberado de desestabilizar o legislativo estadual. O réu confessou os crimes e aceitou o acordo judicial para evitar a pena de morte, renunciando ao direito de liberdade condicional. O caso gerou um debate sobre a segurança de parlamentares e o impacto de motivações políticas extremistas na rotina pública. As vítimas sobreviventes relataram traumas profundos e a necessidade de mudanças permanentes em seus protocolos de segurança pessoal após a série de ataques.

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