GPT-5.6 refuta conjectura matemática de 30 anos
O modelo GPT-5.6 Pro refutou a conjectura de Dinitz-Garg-Goemans, problema de teoria dos grafos aberto desde 1999, com apenas quatro prompts.
Pontos principais
- A conjectura de Dinitz-Garg-Goemans tratava da conversão de fluxos de rede divisíveis para não-divisíveis sem exceder custos ou limites de carga.
- O pesquisador Dmitry Rybin obteve o contraexemplo utilizando apenas 58 palavras em quatro prompts direcionados ao GPT-5.6 Pro.
- O modelo identificou um grafo com 7 nós e 9 arestas onde o custo do fluxo fracionário é 58, enquanto a solução não-divisível exige custo mínimo de 60.
- O GPT-5.6 Pro entregou certificados de prova, código LaTeX e um programa de verificação exaustiva para validar o resultado.
- O agente autônomo Devin também refutou recentemente a Conjectura de Graffiti 154 e o Problema do Supergrafo Regular de Brandt.
- Críticos apontam que o sucesso de agentes como Devin depende de chamadas de backend a outros modelos, como o GPT-5.6.
O modelo de linguagem GPT-5.6 Pro, da OpenAI, conseguiu refutar a conjectura de Dinitz-Garg-Goemans, um problema de otimização combinatória e teoria dos grafos que permanecia sem solução desde 1999. O pesquisador Dmitry Rybin utilizou uma abordagem de prompts simples e persistentes, totalizando apenas 58 palavras, para forçar o modelo a realizar uma busca exaustiva por contraexemplos. A IA demonstrou que, em um grafo específico de 7 nós, é impossível satisfazer simultaneamente as condições de custo e limite de carga propostas pela conjectura original.
Este avanço ocorre em um momento de crescente uso de ferramentas de IA para a resolução de problemas matemáticos complexos. Recentemente, o agente autônomo Devin também foi utilizado para atacar conjecturas históricas, como a Graffiti 154, embora o uso de tais sistemas tenha gerado debates na comunidade científica sobre a autonomia real dos modelos e a dependência de infraestruturas de processamento externas.
Comentários
Carregando comentários...
