Startup de cibersegurança Glow atinge valuation de US$ 1,2 bilhão
A Glow encerrou seu período de sigilo com uma rodada Série A de US$ 180 milhões, alcançando o status de unicórnio no setor de segurança cibernética.
Pontos principais
- A rodada Série A de US$ 180 milhões, liderada por Sequoia Capital e Cyberstarts, elevou o valuation da Glow para US$ 1,2 bilhão.
- A startup utiliza agentes de IA para monitorar e bloquear o uso não autorizado de software em dispositivos corporativos em tempo real.
- Fundada por ex-executivos da Meta e Snowflake, a empresa foca na prevenção de ameaças antes da instalação, diferenciando-se de concorrentes.
- O fundador Roi Tiger é conhecido por ter co-fundado a Onavo, empresa adquirida pela Meta que esteve envolvida em controvérsias de vigilância.
A startup de cibersegurança Glow encerrou oficialmente seu período de sigilo ao anunciar uma rodada de investimentos Série A de US$ 180 milhões, liderada por investidores como Sequoia Capital e Cyberstarts. Com o aporte, a empresa alcançou um valuation de US$ 1,2 bilhão, consolidando seu status como unicórnio logo em sua estreia pública. A companhia, que atualmente emprega cerca de 100 pessoas e planeja expandir sua equipe comercial nos Estados Unidos, desenvolveu uma plataforma que utiliza agentes de inteligência artificial para monitorar e bloquear o uso não autorizado de software em dispositivos corporativos em tempo real.
O modelo de negócio da Glow foca na prevenção de ameaças antes da instalação, diferenciando-se de players estabelecidos como CrowdStrike e Microsoft. A tecnologia visa proteger endpoints contra riscos emergentes, endereçando vulnerabilidades que surgem à medida que empresas integram sistemas de IA em suas infraestruturas. O fundador da startup, Roi Tiger, possui histórico no setor, tendo co-fundado a Onavo, empresa adquirida pela Meta que esteve anteriormente envolvida em controvérsias sobre ferramentas de vigilância corporativa. O montante captado reflete o crescente interesse de investidores em soluções de segurança adaptadas à nova era da inteligência artificial, onde a proteção de fluxos de trabalho automatizados tornou-se uma prioridade estratégica.
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