Japão registra 14 mortes após primeiro 'dia cruelmente quente'
O Japão confirmou 14 mortes relacionadas ao calor após atingir 40°C, marca oficializada como 'kokushobi' pela agência meteorológica nacional.
Pontos principais
- O termo 'kokushobi' foi criado em abril de 2026 para classificar dias com temperaturas acima de 40°C.
- Cidades como Gujo, Tajimi e Toyota registraram recordes históricos de temperatura.
- Autoridades de emergência classificaram a onda de calor como um desastre, com alertas emitidos para quase todo o país.
- Pelo menos 14 pessoas morreram devido a causas relacionadas ao calor na última semana.
O Japão registrou nesta semana o seu primeiro 'kokushobi', termo introduzido pela Agência Meteorológica do país em abril de 2026 para designar dias em que as temperaturas superam os 40°C. As cidades de Gujo, Tajimi e Toyota foram as primeiras a atingir a marca, estabelecendo recordes históricos para suas respectivas estações meteorológicas. O fenômeno, que reflete uma tendência de aquecimento global, tem gerado impactos severos à saúde pública, com autoridades confirmando pelo menos 14 mortes relacionadas ao calor extremo nos últimos dias.
Diante da gravidade da situação, a agência meteorológica e órgãos de emergência emitiram alertas de insolação para quase todo o território nacional, classificando o evento climático como um desastre. O governo tem intensificado as orientações para a população, reforçando medidas de adaptação e segurança, como o uso de vestimentas leves e a redução de atividades ao ar livre. A implementação do termo 'kokushobi' visa aprimorar a comunicação de riscos, permitindo que as autoridades mobilizem recursos de forma mais eficiente para mitigar o estresse térmico em meio à persistência das altas temperaturas.
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