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Governadores do Maranhão, Piauí e Amapá cumprem maioria das promessas

Levantamentos do g1 apontam que Carlos Brandão, Rafael Fonteles e Clécio Luís atingiram, respectivamente, 63%, 62% e 56% de seus compromissos após três anos e meio.

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Foto: G1 Política
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22/07 às 10:45

Pontos principais

  • No Maranhão, Carlos Brandão cumpriu 43 das 68 promessas, com avanços em policlínicas e segurança.
  • No Piauí, Rafael Fonteles realizou 35 das 56 promessas, destacando-se na expansão de escolas de tempo integral.
  • No Amapá, Clécio Luís cumpriu 19 das 34 promessas, incluindo o vale-gás e o Terminal Hidroviário de Santana.
  • Pendências no Maranhão incluem energia solar em prédios públicos e clínicas veterinárias.
  • No Piauí, a meta de 80 mil empregos não foi atingida, registrando cerca de 61 mil vagas criadas.
  • No Amapá, obras como o novo Hospital de Emergência de Macapá e a UPA da Zona Oeste seguem com atrasos.
  • Os dados refletem o desempenho das gestões estaduais monitoradas pelo projeto 'Promessas dos Políticos' do g1 até junho de 2026.

Após três anos e meio de gestão, os governadores Carlos Brandão (MA), Rafael Fonteles (PI) e Clécio Luís (AP) apresentam balanços sobre o cumprimento de suas promessas de campanha de 2022. Segundo levantamentos do projeto 'Promessas dos Políticos' do g1, os índices de execução variam entre 56% e 63%, evidenciando avanços em áreas estratégicas, mas também lacunas em metas de infraestrutura e saúde. No Maranhão, Brandão obteve êxito na ampliação da rede de policlínicas, enquanto no Piauí, Fonteles dobrou o número de escolas de tempo integral e concluiu obras como a Rodovia Transcerrados. No Amapá, Clécio Luís destacou a implementação do programa de vale-gás e a entrega do Terminal Hidroviário de Santana.

Contudo, as gestões enfrentam desafios na conclusão de projetos prioritários. Enquanto o Piauí não atingiu a meta de 80 mil empregos, o Amapá lida com atrasos significativos na construção do novo Hospital de Emergência de Macapá e da UPA da Zona Oeste. No Maranhão, projetos como a instalação de energia solar em prédios públicos permanecem pendentes. O cenário reflete o ritmo de entrega das administrações estaduais em um momento de avaliação de desempenho dos mandatos, com os governadores buscando consolidar suas agendas antes do encerramento do ciclo administrativo.

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