Ex-ministra britânica Ann Widdecombe foi morta com 21 golpes de martelo
Promotores revelaram em tribunal que a ex-ministra Ann Widdecombe foi assassinada com 21 marteladas durante uma invasão à sua residência em julho.
Pontos principais
- Ann Widdecombe, de 78 anos, foi encontrada morta em sua casa em Haytor, Devon, no dia 9 de julho.
- A promotoria britânica detalhou que a vítima sofreu 21 golpes de martelo na cabeça.
- O crime ocorreu durante uma invasão à residência da ex-ministra no dia 8 de julho.
- Joshua Kerry, de 28 anos, foi formalmente acusado pelo homicídio.
- O réu compareceu ao Tribunal de Magistrados de Westminster, em Londres, para a audiência do caso.
- Imagens de segurança registraram o momento da invasão, onde o agressor teria questionado a vítima sobre cartões bancários.
- Widdecombe era uma figura política proeminente no Reino Unido, tendo atuado como ministra conservadora e porta-voz do Reform UK.
A justiça britânica revelou detalhes brutais sobre o assassinato da ex-ministra Ann Widdecombe, de 78 anos. Durante uma audiência no Tribunal de Magistrados de Westminster, em Londres, promotores informaram que a política foi atingida 21 vezes na cabeça com um martelo. O crime ocorreu em sua residência localizada em Haytor, Devon, no dia 8 de julho, sendo o corpo encontrado pelas autoridades no dia seguinte. Joshua Kerry, de 28 anos, foi identificado como o principal suspeito e está formalmente acusado pelo homicídio. Evidências apresentadas ao tribunal indicam que o ataque foi direcionado e ocorreu durante uma invasão à propriedade da vítima. Relatos apontam que o agressor teria abordado Widdecombe para questioná-la sobre a posse de cartões bancários antes de iniciar a agressão fatal, conforme registrado por câmeras de segurança no local. O caso tem gerado grande repercussão no Reino Unido devido à trajetória pública da vítima. Ann Widdecombe foi uma figura de destaque na política britânica, tendo servido como ministra pelo Partido Conservador e, mais recentemente, atuado como porta-voz do Reform UK, partido liderado por Nigel Farage. O processo judicial segue em tramitação, com as autoridades focadas em consolidar as evidências da brutalidade do crime para o julgamento de Kerry. A morte da ex-ministra é tratada como um homicídio grave, e o sistema judiciário britânico mantém o caso sob rigorosa análise para determinar a sentença do réu.
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