Conmebol e Uefa decidem não adotar regra de expulsão por ocultar a boca
Entidades rejeitam a norma inspirada no caso Vini Jr. que previa expulsão de jogadores que escondem a boca durante discussões em campo.
Pontos principais
- A regra permite a expulsão de atletas que cobrem a boca com mãos ou camisas ao discutir com adversários.
- A medida foi desenvolvida pela Ifab após episódios de racismo envolvendo o jogador Vinicius Júnior.
- A norma foi classificada como 'opção de competição', permitindo que cada federação decida sobre sua aplicação.
- A Uefa manterá apenas a aplicação de cartão amarelo por comportamento antidesportivo em casos similares.
- A decisão exclui a regra das competições oficiais da Conmebol, como a Libertadores e a Copa Sul-Americana.
A Conmebol e a Uefa confirmaram que não implementarão em seus torneios a regra que prevê a expulsão de jogadores que ocultam a boca ao conversar com adversários. A medida, desenvolvida pela International Football Association Board (Ifab) após episódios de racismo envolvendo o atacante Vinicius Júnior, foi testada durante a Copa do Mundo de 2026, mas não se tornou obrigatória. Por ser classificada como uma 'opção de competição', as entidades possuem autonomia para decidir sobre sua adoção. Enquanto a Uefa optou por manter apenas a punição com cartão amarelo por comportamento antidesportivo, a Conmebol também descartou a aplicação da norma em competições como a Libertadores e a Copa Sul-Americana. A decisão reflete uma divergência entre as entidades sobre a eficácia da regra para coibir ofensas em campo.
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