Brasil se consolida como segundo maior exportador para países islâmicos
O país atingiu US$ 33,3 bilhões em exportações para nações da OIC em 2024, impulsionado pela alta demanda global por produtos com certificação halal.
Pontos principais
- Brasil alcançou US$ 33,3 bilhões em exportações para membros da Organização para a Cooperação Islâmica em 2024.
- O mercado global de alimentos halal movimentou US$ 1,53 trilhão em 2024, com previsão de chegar a US$ 2,06 trilhões até 2029.
- Grandes empresas como BRF e JBS investem em parcerias e expansões de capacidade produtiva na Arábia Saudita.
- A certificação halal tornou-se um diferencial competitivo que garante padrões de rastreabilidade e segurança alimentar.
O Brasil consolidou sua posição como o segundo maior exportador para os países da Organização para a Cooperação Islâmica (OIC), ficando atrás apenas da China. Em 2024, o volume de exportações brasileiras para esse bloco atingiu US$ 33,3 bilhões, refletindo a força do setor de proteína animal no mercado halal. Esse segmento, que movimentou US$ 1,53 trilhão globalmente no último ano, projeta um crescimento contínuo, com estimativas de alcançar US$ 2,06 trilhões até 2029. Para sustentar essa demanda, gigantes como a BRF e a JBS têm investido em joint ventures e expansões de capacidade produtiva na Arábia Saudita. Além do aspecto religioso, a certificação halal tem se tornado um selo de qualidade, atestando rigorosos padrões de segurança e rastreabilidade que atraem consumidores globais, fortalecendo a estratégia comercial do Brasil junto a nações islâmicas.
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