Ações da Disney podem subir 40% se empresa abandonar streaming
Relatório do Wells Fargo sugere que Disney valorizaria 40% ao trocar o streaming pelo licenciamento de conteúdo para concorrentes.
Pontos principais
- O Wells Fargo estima que a Disney poderia gerar US$ 15 bilhões anuais com licenciamento de marcas como Marvel e Pixar.
- Analistas apontam que o streaming tem sido um entrave para o desempenho das ações da companhia nos últimos cinco anos.
- O banco reduziu o preço-alvo da Disney de US$ 146 para US$ 125, mantendo a recomendação de compra.
- A estratégia sugere focar em conteúdo em vez de competir diretamente com plataformas como Netflix e YouTube.
Analistas do Wells Fargo sugerem que a Walt Disney Company poderia registrar uma valorização de 40% em suas ações caso decida encerrar suas operações de streaming. Segundo o relatório liderado pelo analista Steven Cahall, o modelo atual de streaming tem prejudicado o valuation da empresa nos últimos cinco anos, dificultando a competição com players de alto volume, como Netflix e YouTube. A recomendação propõe que a Disney abandone a operação direta ao consumidor e passe a licenciar seu vasto catálogo de propriedade intelectual, incluindo franquias como Marvel, Pixar e Star Wars, para outras plataformas. O banco estima que essa mudança estratégica poderia gerar mais de US$ 15 bilhões em receita anual. Apesar da sugestão de desinvestimento, o Wells Fargo manteve a recomendação de compra para o papel, embora tenha ajustado o preço-alvo de US$ 146 para US$ 125.
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