Consulado do Brasil em Nova York fecha após risco de desabamento
O Consulado-Geral do Brasil suspendeu atividades em Manhattan após falhas estruturais em um prédio vizinho em reforma forçarem a evacuação da área e o bloqueio de vias no horário de pico.
Pontos principais
- O Consulado-Geral do Brasil em Nova York interrompeu o atendimento ao público nesta terça-feira, 7 de julho de 2026, por precaução.
- Falhas estruturais foram detectadas na antiga sede da Pfizer, um edifício de 37 andares em Midtown Manhattan, durante obras de conversão.
- Colunas de sustentação cederam entre o 21º e o 22º andar, causando o afundamento de pisos superiores e risco de colapso total.
- Não houve feridos e todos os operários que trabalhavam na reforma foram evacuados em segurança.
- Uma escola próxima com 400 alunos foi esvaziada e o Corpo de Bombeiros isolou o quarteirão durante o horário de pico.
- Engenheiros utilizam drones para monitorar a estabilidade da estrutura antes de qualquer intervenção física no local.
O Consulado-Geral do Brasil em Nova York suspendeu temporariamente suas atividades nesta terça-feira, 7 de julho de 2026, devido a um grave risco de colapso estrutural em um edifício vizinho, localizado em Midtown Manhattan. A interrupção do atendimento ao público foi uma medida de segurança adotada após autoridades locais isolarem o quarteirão onde se encontra a antiga sede da Pfizer, que atualmente passa por um ambicioso projeto de conversão para unidades residenciais de luxo. O incidente mobilizou equipes de emergência e engenharia para avaliar a integridade da construção, que é uma das mais movimentadas da região.
De acordo com informações do Corpo de Bombeiros de Nova York, o alerta foi emitido na manhã de terça-feira após a deformação de colunas de sustentação entre o 21º e o 22º andares, o que provocou o afundamento de pisos e rachaduras visíveis na estrutura. Apesar da gravidade do dano, não houve registro de feridos. Todos os trabalhadores que atuavam na reforma foram retirados do local em segurança, e cerca de 400 alunos de uma escola situada nas proximidades também foram evacuados preventivamente pelas autoridades, que ampliaram o perímetro de isolamento para incluir áreas próximas a pontos de referência como a sede da ONU e o Chrysler Building.
Atualmente, engenheiros utilizam drones para realizar o monitoramento detalhado da estabilidade do arranha-céu antes de qualquer intervenção física. A área permanece sob estrita vigilância das autoridades de segurança pública, que buscam estabilizar o prédio e identificar as causas exatas da falha estrutural. O Consulado brasileiro informou que novas orientações sobre o retorno das atividades serão divulgadas conforme a situação na Rua 42 Leste for normalizada pelas equipes de resgate e engenharia da cidade.
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