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Putin e Trump discutem guerra na Ucrânia em telefonema de 85 minutos

Os presidentes Vladimir Putin e Donald Trump conversaram por 85 minutos sobre o conflito na Ucrânia e a próxima cúpula da Otan na Turquia.

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Foto: Folha de São Paulo - Mundo
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04/07 às 20:31 · atualizado 05/07 às 07:01

Pontos principais

  • A conversa telefônica entre Vladimir Putin e Donald Trump durou 85 minutos e ocorreu durante o 250º aniversário da independência dos EUA.
  • Os líderes discutiram a situação no campo de batalha na Ucrânia e questões relacionadas ao Irã.
  • O diálogo serviu como preparação para a cúpula da Otan, que será realizada na Turquia nos dias 7 e 8 de julho.
  • Trump reafirmou o interesse em buscar uma solução rápida para o conflito, com mediação de Steve Witkoff e Jared Kushner.
  • O presidente Donald Trump também manteve contato telefônico separado com o líder ucraniano Volodymyr Zelenskyy.
  • O Kremlin confirmou a realização da chamada, destacando a importância da comunicação direta em meio às tensões geopolíticas.
  • Um ataque ucraniano na Crimeia, que resultou em uma morte, coincidiu com a movimentação diplomática entre os líderes.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente russo, Vladimir Putin, realizaram uma conversa telefônica de 85 minutos neste sábado, durante as celebrações do 250º aniversário da independência americana. O diálogo focou na situação da guerra na Ucrânia e preparou o terreno para a cúpula da Otan, agendada para ocorrer na Turquia nos dias 7 e 8 de julho. Segundo fontes oficiais, Trump reiterou sua intenção de buscar uma resolução rápida para o conflito, contando com o auxílio de seus mediadores Steve Witkoff e Jared Kushner. O Kremlin confirmou o teor da conversa, que também abordou questões estratégicas envolvendo o Irã.

Simultaneamente, o governo dos EUA mantém contatos paralelos com o governo ucraniano, tendo o presidente Trump conversado também com Volodymyr Zelenskyy. A movimentação diplomática ocorre em um momento de escalada militar, marcado por um ataque ucraniano na Crimeia que deixou uma vítima fatal e pela intensificação de bombardeios russos contra Kiev. A próxima cúpula da Otan em Ancara deve ser um ponto de inflexão para a política de defesa europeia, com o custo do suporte militar à Ucrânia figurando como tema central das discussões entre os aliados ocidentais e a administração Trump.

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