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Arqueólogos descobrem cidade bizantina e tumbas antigas no Egito

Governo egípcio revela cidade do século IV no Oásis de Dakhla e novas tumbas em Marina el-Alamein para fomentar o turismo nacional.

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Foto: Global News CA World
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04/07 às 12:01 · atualizado 20:15

Pontos principais

  • Escavações no Oásis de Dakhla revelaram uma cidade bizantina do século IV com basílica, torres de vigia e residências.
  • Foram encontrados óstracos com registros comerciais e moedas de ouro e bronze, incluindo exemplares do reinado de Constâncio II.
  • Em Marina el-Alamein, a descoberta de 18 novas tumbas elevou o total do sítio arqueológico para 48 sepulturas.
  • O governo egípcio utiliza as descobertas como estratégia para fortalecer o setor de turismo, pilar vital da economia do país.

Autoridades egípcias anunciaram a descoberta de uma cidade da era bizantina localizada no Oásis de Dakhla, no deserto ocidental do país. O sítio arqueológico, que remonta ao século IV, apresenta estruturas residenciais bem preservadas, uma basílica e torres de vigia. A análise do local revelou ainda óstracos com registros comerciais e moedas de bronze e ouro, incluindo peças datadas do reinado de Constâncio II, elementos que oferecem novas perspectivas sobre a organização social e a influência bizantina em áreas remotas durante a antiguidade tardia. Simultaneamente, o país reportou a localização de 18 novas tumbas em Marina el-Alamein, elevando o total de sepulturas identificadas no sítio para 48. Entre os itens encontrados no local, destacam-se um sarcófago de granito, uma esfinge de gesso e artefatos utilizados em rituais funerários. O governo egípcio tem intensificado as explorações arqueológicas como parte de uma estratégia nacional para impulsionar o turismo, setor considerado fundamental para a economia do Egito. A preservação desses locais permite que pesquisadores realizem análises detalhadas sobre a arquitetura e a vida cotidiana da época, consolidando o país como um dos principais centros de estudos arqueológicos do mundo.

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