Dados da Receita Federal apontam que mulheres representam 30% das transações de criptomoedas, embora o volume financeiro movimentado siga estável.
A presença feminina no mercado de criptoativos brasileiro consolidou um patamar de 30% ao final de 2025, conforme dados divulgados pela Receita Federal. O índice reflete uma trajetória de crescimento consistente observada desde 2022, após um período de relativa estabilidade entre 2019 e 2021. Embora o engajamento em termos de número de operações tenha avançado, o cenário revela uma disparidade persistente em relação ao volume financeiro movimentado, que se mantém estagnado em cerca de 13% do total. Especialistas apontam que essa diferença entre a frequência de transações e o montante financeiro sugere que o ticket médio de investimento das mulheres é inferior ao dos homens. O pico de participação feminina na série histórica ocorreu em janeiro de 2024, quando o índice atingiu 40,95%, evidenciando a volatilidade e a evolução do perfil de investidores no ecossistema de ativos digitais.
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