Estudo utiliza inteligência artificial para associar força muscular no peito e costas a uma menor probabilidade de eventos cardíacos graves.
Uma nova análise realizada por pesquisadores da Universidade de Edimburgo aponta que a densidade muscular no tronco pode servir como um indicador relevante para a saúde cardiovascular a longo prazo. Utilizando inteligência artificial para examinar registros hospitalares de 1.722 pacientes, o estudo observou que indivíduos com maior musculatura nas regiões do peito e das costas apresentam menor probabilidade de sofrer ataques cardíacos ou morte prematura. A pesquisa concentrou-se em pacientes com cerca de 50 anos que relataram dores no peito durante o atendimento médico. Embora a correlação exata ainda seja objeto de estudo, especialistas sugerem que a maior densidade muscular pode ser um reflexo direto de rotinas de exercícios mais consistentes. O achado reforça a importância da manutenção da força física como um fator de proteção contra doenças graves, oferecendo uma nova métrica para a avaliação de riscos cardíacos em exames clínicos de rotina.
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