Líderes europeus articulam medidas de proteção comercial diante da forte concorrência chinesa e cortes de empregos na indústria automotiva.
A União Europeia intensificou seus esforços para formular uma resposta unificada ao crescente impacto econômico da China, um movimento impulsionado pela fragilidade de setores estratégicos. A crise na Volkswagen, que projeta o corte de até 100 mil postos de trabalho em resposta à competitividade das montadoras chinesas, tornou-se o exemplo mais visível da pressão sobre a indústria europeia. Em resposta, o Conselho Europeu instruiu a Comissão Europeia a acelerar a adoção de mecanismos de defesa comercial. O desafio central para o bloco é equilibrar a necessidade urgente de proteger sua base industrial e o emprego local com a manutenção de relações diplomáticas estáveis com Pequim. As próximas negociações em Bruxelas serão decisivas para definir o nível de protecionismo que a região adotará frente ao chamado 'choque chinês'.
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