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Toxinas de criatura antártica mostram potencial contra melanoma

Pesquisadores da Universidade do Sul da Flórida identificaram compostos em ascídias da Antártida que podem auxiliar no tratamento do câncer de pele.

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Foto: The Guardian World
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29/06 às 09:33

Pontos principais

  • Estudo da Universidade do Sul da Flórida analisou toxinas de bactérias associadas a ascídias antárticas.
  • Os organismos, conhecidos como 'sea squirts', foram coletados durante uma expedição de seis semanas na região.
  • Os compostos demonstraram eficácia promissora no combate ao melanoma, a forma mais letal de câncer de pele.
  • A descoberta abre caminho para o desenvolvimento de novos tratamentos oncológicos derivados de fontes marinhas.

Uma equipe de pesquisadores da Universidade do Sul da Flórida (USF) identificou um potencial avanço no tratamento do melanoma, a forma mais agressiva de câncer de pele. Durante uma expedição de seis semanas na Antártida, os cientistas coletaram ascídias, pequenos invertebrados marinhos popularmente chamados de 'sea squirts'. O estudo revelou que toxinas produzidas por bactérias que vivem em simbiose com esses animais possuem propriedades terapêuticas capazes de combater células cancerígenas. A descoberta é relevante por oferecer uma nova via de pesquisa para a oncologia, utilizando compostos naturais marinhos para enfrentar tumores de difícil tratamento. Embora a pesquisa ainda esteja em estágios iniciais, os resultados destacam a importância da biodiversidade antártica como uma fonte inexplorada de substâncias com potencial farmacológico para a medicina moderna.

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