Startups desenvolvem tecnologia para monitorar incêndios florestais
Carbon Exchange e GreenBug criam hardware que combina bioacústica e sensores para detectar focos de incêndio em tempo real via satélite.
Pontos principais
- O dispositivo integra sensores de temperatura e fumaça com sistemas de bioacústica para identificar a origem do fogo.
- A tecnologia utiliza conexão via satélite, permitindo o monitoramento contínuo em áreas remotas sem infraestrutura de rede.
- O sistema auxiliará na geração de dados para o mercado de Crédito de Carbono e CPR Verde.
- A Carbon Exchange planeja abrir uma fábrica em Belém e busca R$ 5 milhões em investimentos.
- Testes em campo estão previstos para setembro, com lançamento comercial programado para 2027.
As startups Carbon Exchange e GreenBug anunciaram o desenvolvimento de um novo hardware voltado ao monitoramento de incêndios florestais. A solução combina sensores de temperatura e fumaça com tecnologias de bioacústica, permitindo não apenas a detecção precoce de focos de calor, mas também a identificação da causa do incêndio, diferenciando eventos naturais de ações humanas. O equipamento opera via satélite, garantindo eficácia em regiões isoladas que carecem de infraestrutura de rede convencional. Além da prevenção, o sistema visa fornecer dados precisos para a emissão de relatórios destinados ao mercado de Crédito de Carbono e CPR Verde. A Carbon Exchange, que planeja instalar uma unidade fabril em Belém, busca captar R$ 5 milhões em uma nova rodada de investimentos. A previsão é que os testes em campo comecem em setembro, com a disponibilidade comercial do produto prevista para 2027.
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