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Jogadores da seleção brasileira de 2002 diversificam carreiras nos negócios

Campeões do pentacampeonato mundial investem em setores como tecnologia, agronegócio e gestão esportiva após o encerramento das carreiras no futebol.

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Foto: InvestNews
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29/06 às 09:06

Pontos principais

  • Ronaldo Fenômeno liderou projetos de gestão esportiva no Cruzeiro e no Real Valladolid.
  • Ronaldinho Gaúcho expandiu a marca R10 para e-sports, música e franquias.
  • Rivaldo investiu na administração de clubes e no setor de blindagem de veículos.
  • Outros atletas, como Cafu e Kaká, diversificaram o patrimônio em startups e agronegócio.
  • Denílson enfrentou disputas judiciais prolongadas envolvendo direitos comerciais.

Mais de duas décadas após a conquista do pentacampeonato mundial em 2002, os integrantes daquela seleção brasileira consolidaram transições distintas para o mundo corporativo. O movimento reflete uma tendência de atletas de elite que buscam a longevidade financeira através da diversificação de portfólio. Enquanto nomes como Ronaldo Fenômeno focaram na gestão de clubes de futebol, outros jogadores optaram por empreender em áreas como tecnologia, marketing esportivo e agronegócio. A trajetória desses profissionais apresenta resultados variados, alternando entre o sucesso empresarial e desafios judiciais ou crises financeiras. A movimentação demonstra como a marca pessoal construída nos gramados serve como base para a entrada em novos mercados, transformando a imagem pública em ativos de negócios em setores amplamente variados da economia global.

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