Investidores aumentam fatias no GPA após a remoção da cláusula de poison pill, alterando a configuração acionária da rede varejista.
A estrutura acionária do GPA passou por uma mudança significativa após a recente remoção da cláusula de poison pill, dispositivo que anteriormente restringia a aquisição de participações superiores a 25% na varejista. Com a barreira eliminada, a família Coelho Diniz elevou sua fatia para 25,1%, enquanto o investidor Silvio Tini, por meio da Bonsucex, alcançou 25,8%, consolidando-se como o maior acionista individual da empresa. Essas movimentações refletem uma nova dinâmica de controle, uma vez que os novos blocos acionários superam a participação do grupo francês Casino, que tem reduzido gradualmente sua presença no negócio. A reconfiguração ocorre em um momento estratégico para o GPA, que segue empenhado na execução de seu plano de recuperação extrajudicial, avaliado em R$ 4,5 bilhões, visando estabilizar sua operação financeira no mercado brasileiro.
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