Pressionada por juros altos e concorrência, a varejista registra o pior desempenho do Ibovespa no ano, mas projeta recuperação no segundo semestre.
O Magazine Luiza enfrenta um cenário desafiador em 2026, consolidando-se como a maior baixa do Ibovespa com uma queda acumulada de quase 50% em suas ações. O desempenho negativo é reflexo direto de um ambiente macroeconômico adverso, marcado pela manutenção de taxas de juros elevadas, que encareceram o serviço da dívida da empresa, e por uma concorrência acirrada no e-commerce, que resultou em uma retração de 11% no GMV online no primeiro trimestre. Após reverter o lucro para um prejuízo de R$ 33,9 milhões, a varejista busca uma virada de página no segundo semestre. A estratégia da companhia foca na sazonalidade do varejo, incluindo a Copa do Mundo e as datas promocionais de fim de ano, enquanto o mercado financeiro mantém cautela e divide opiniões sobre a viabilidade de uma recuperação rápida para o papel.
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