Senadores republicanos pressionam por votação da Lei SAVE
Ala conservadora do Partido Republicano busca forçar votação da Lei SAVE, apesar da resistência da liderança do Senado e falta de apoio legislativo.
Pontos principais
- Senadores Mike Lee e Rick Scott articulam a votação da Lei SAVE, que exige prova de cidadania para o voto.
- O líder da maioria, John Thune, afirma que a proposta não possui votos suficientes para superar o filibuster.
- A estratégia enfrenta críticas internas de senadores como Thom Tillis e John Cornyn, que a consideram irrealista.
- O presidente Donald Trump foi convidado para um almoço com o Comitê Diretivo do GOP para discutir o impasse.
Uma ala conservadora do Partido Republicano no Senado dos Estados Unidos, liderada pelos senadores Mike Lee e Rick Scott, tem pressionado a liderança da casa para forçar a votação da Lei SAVE. A proposta exige a apresentação de prova de cidadania para o registro de eleitores, uma pauta defendida pelo presidente Donald Trump. No entanto, o líder da maioria, John Thune, reiterou que a medida carece de apoio suficiente para ser aprovada ou para contornar o filibuster, mecanismo que exige uma maioria qualificada para o avanço de projetos. A iniciativa gerou divisões internas, com senadores como Thom Tillis e John Cornyn classificando a manobra como inviável no atual cenário legislativo. O impasse coloca o presidente Trump no centro das negociações, enquanto o partido busca alinhar suas prioridades políticas com a realidade numérica do Senado.
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