Primeiro-ministro chinês rebate críticas sobre subsídios e tensões comerciais, classificando o avanço tecnológico do país como um ganho global.
O primeiro-ministro chinês, Li Qiang, defendeu a estratégia tecnológica de Pequim, classificando o avanço do país como uma oportunidade para a economia global em vez de uma ameaça. Em resposta às crescentes tensões comerciais com o Ocidente, o governo chinês rejeitou o rótulo de 'Choque Chinês 2.0', propondo que o desenvolvimento local seja visto como um motor de inovação. Pequim argumenta que o sucesso de suas empresas deriva da força do mercado interno e de investimentos privados, negando que o crescimento seja fruto exclusivo de subsídios estatais.
A postura chinesa surge em um momento de atrito com os Estados Unidos e a Europa, que têm imposto restrições a companhias tecnológicas como a Huawei. O debate ganha relevância diante do alerta da OCDE sobre como subsídios governamentais em larga escala podem distorcer a concorrência global, pressionando a diplomacia econômica entre as potências.
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