EASA ordena inspeção em 16 aeronaves Airbus A380 por rachaduras
Agência europeia exige verificação imediata em 16 aviões A380 após detecção de fissuras nas longarinas das asas que afetam a integridade estrutural.
Pontos principais
- A diretiva da EASA abrange 16 aeronaves, com cinco inspeções imediatas e 11 em até 25 ciclos de voo.
- O problema envolve rachaduras nas longarinas das asas, componente crítico para a segurança do voo.
- A Airbus confirmou nesta quarta-feira, 24 de junho de 2026, que iniciou os procedimentos técnicos de inspeção.
- Companhias como Emirates e Qantas confirmaram conformidade com as novas normas de segurança sem impactos operacionais.
A Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA) emitiu uma diretiva de aeronavegabilidade obrigatória exigindo a inspeção de 16 aeronaves Airbus A380. A medida, confirmada pela fabricante nesta quarta-feira, 24 de junho de 2026, foi motivada pela descoberta de rachaduras em componentes estruturais das asas durante verificações de rotina, um problema que pode comprometer a integridade da frota. Segundo o cronograma, cinco aviões devem passar por verificação imediata, enquanto os demais possuem um prazo de 25 ciclos de voo para a realização dos procedimentos.
A Airbus informou que está colaborando com a agência para avaliar a extensão dos danos e coordenar os reparos necessários para garantir a segurança operacional dos jatos. Grandes operadoras, como Emirates e Qantas, asseguraram que seguirão as diretrizes sem impactos significativos em suas malhas. O caso remete a problemas estruturais enfrentados pelo modelo em 2012, quando inspeções similares foram necessárias para assegurar a continuidade da operação global das aeronaves.
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