Herdeira da Fiat busca reconhecimento como vítima em disputa judicial contra John Elkann sobre a sucessão familiar e questões fiscais na Itália.
A disputa familiar que envolve a fortuna da família Agnelli atingiu um novo patamar jurídico com o pedido de Margherita Agnelli para atuar como parte civil no processo contra seu filho, John Elkann. A herdeira busca ser reconhecida como vítima de um suposto esquema fraudulento relacionado à sucessão de sua mãe, Marella Caracciolo. O caso, que tramita no Tribunal de Turim, investiga se a residência fiscal de Caracciolo na Suíça foi simulada para evitar tributação na Itália. Embora Elkann, atual presidente da Stellantis, tenha realizado um pagamento de 183 milhões de euros para regularizar pendências com o fisco, o processo criminal permanece ativo. A defesa de Elkann nega as acusações e questiona a legitimidade da mãe em pleitear danos morais ou direitos sobre a holding Dicembre. O juiz responsável adiou a decisão para setembro.
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