Com 99,7% das urnas apuradas, a disputa entre Keiko Fujimori e Roberto Sánchez aguarda análise de votos contestados e recursos judiciais.
Duas semanas após o segundo turno das eleições presidenciais no Peru, o cenário político permanece incerto. Com 99,7% das urnas apuradas, Keiko Fujimori mantém uma vantagem estreita de 50,1% contra 49,9% de Roberto Sánchez. O impasse é alimentado por cerca de 100 mil votos contestados que ainda precisam ser analisados pelas autoridades eleitorais. Além disso, a campanha de Sánchez questiona a validade da votação no exterior, apontando supostas irregularidades no processamento das atas eleitorais. Apesar das contestações, missões internacionais e órgãos eleitorais locais reiteram que o pleito transcorreu dentro da normalidade. A definição do próximo presidente do país deve ocorrer apenas em julho, pouco antes da cerimônia de posse, marcada para o dia 28 daquele mês, mantendo o país em um estado de expectativa política prolongada.
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