Relatório do Goldman Sachs indica que universitários americanos estão migrando de tecnologia para áreas menos expostas à automação por inteligência artificial.
Um relatório recente do Goldman Sachs revela uma mudança significativa no comportamento de estudantes universitários nos Estados Unidos, motivada pelo receio de que a inteligência artificial substitua postos de trabalho de nível inicial. Dados referentes ao ciclo 2025-26 mostram uma queda superior a 10% nas matrículas de cursos como ciência da computação e estatística, enquanto carreiras em saúde e engenharia ganharam preferência, com alta de 3%. Essa tendência reflete um mercado de trabalho que, desde 2024, demonstra sinais de enfraquecimento e maior vulnerabilidade à automação. A análise destaca que a geração atual de estudantes está demonstrando uma capacidade de adaptação à disrupção tecnológica mais rápida do que gerações anteriores, ajustando suas trajetórias acadêmicas para mitigar riscos de longo prazo em suas carreiras profissionais.
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