Pesquisadores usarão BoltzMol-1 e BoltzProt-1 via API que conecta a agentes de IA; Takeda fica com IP dos compostos.
A Takeda, uma das maiores farmacêuticas do Japão, vai dar a toda a sua área de pesquisa acesso aos modelos de inteligência artificial da Boltz. O laboratório, saído do MIT, constrói modelos para biologia molecular: prever a estrutura tridimensional de proteínas e moléculas, estimar com que força elas se ligam a um alvo e desenhar candidatas a remédio do zero.
Os cientistas da Takeda usarão os modelos mais recentes da empresa, BoltzMol-1 e BoltzProt-1, lançados dias antes, por uma API que se conecta a agentes de IA: o pesquisador descreve em linguagem natural o que quer e o sistema roda o fluxo de previsão e desenho. A Takeda fica com a propriedade dos compostos gerados, e o acordo prevê também ajuste fino dos modelos para alvos específicos da farmacêutica.
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