Bradesco BBI aponta oportunidades na B3 após correção de mercado
O banco atualizou recomendações para o 3T de 2026, destacando empresas de crescimento de qualidade e setores defensivos após ajustes nos preços.
Pontos principais
- O Bradesco BBI mantém recomendação de compra para Brasil e Chile, enquanto adota postura neutra para México e Peru.
- A carteira prioriza empresas de 'crescimento de qualidade', como Itaú Unibanco, Embraer, Equatorial, Yduqs e Smart Fit.
- Vale e Ternium foram destacadas como preferências no setor de mineração e aço devido à execução operacional.
- Setores defensivos, como distribuição de combustíveis e saúde, são indicados como proteção contra a volatilidade macroeconômica.
- O relatório aponta que o valuation de empresas de software e varejo tornou-se atrativo após as recentes correções.
O Bradesco BBI revisou suas estratégias de investimento para o terceiro trimestre de 2026, identificando pontos de entrada favoráveis na B3 após um período de correção nos mercados latino-americanos. A análise do banco sugere que a volatilidade recente abriu espaço para aquisições em ativos com valuation atrativo, especialmente nos segmentos de software e varejo. A estratégia foca em empresas de 'crescimento de qualidade', com destaque para nomes como Itaú Unibanco, Embraer e Equatorial, além de manter uma postura cautelosa com mercados como Argentina e Colômbia. Para mitigar riscos diante do cenário macroeconômico, o banco reforçou a importância de setores defensivos, como saúde e distribuição de combustíveis, que oferecem maior resiliência. A recomendação reflete uma busca por equilíbrio entre ativos de maior potencial de valorização e posições mais seguras para enfrentar as oscilações regionais.
Comentários
Carregando comentários...
