Estudo aponta que o míssil Burevestnik, com propulsão nuclear, libera material radioativo e apresenta graves riscos de segurança ambiental.
Um relatório recente elaborado por pesquisadores do MIT trouxe à tona preocupações técnicas e ambientais sobre o míssil russo Burevestnik, também chamado de Skyfall. A análise detalha que o sistema de propulsão, baseado em um reator nuclear, é inerentemente perigoso devido à liberação de material radioativo ao longo de sua trajetória de voo. Embora a tecnologia seja considerada possível do ponto de vista da engenharia, o estudo destaca que os riscos operacionais e os danos ao meio ambiente superam os benefícios estratégicos da arma.
A revelação sobre o funcionamento do Burevestnik intensifica o debate internacional sobre a segurança nuclear e os perigos de novas tecnologias militares. Especialistas alertam que, além do risco de acidentes, a existência de um míssil que contamina o espaço aéreo por onde passa representa um desafio sem precedentes para a segurança global e para os tratados de não proliferação nuclear vigentes.
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