Naomi Campbell recorre de proibição de atuar em ONGs
A modelo tenta reverter uma proibição de cinco anos após ser considerada negligente na gestão de sua antiga instituição de caridade.
Pontos principais
- A Charity Commission acusa Naomi Campbell de má administração e uso indevido de fundos na Fashion for Relief.
- A modelo foi proibida de atuar como curadora de instituições de caridade por um período de cinco anos.
- O órgão regulador classificou a conduta de Campbell como altamente culpável durante sua gestão na organização.
- A Fashion for Relief, fundada em 2015, encerrou suas atividades após as investigações sobre a gestão dos recursos.
A supermodelo Naomi Campbell iniciou um processo judicial para tentar reverter uma proibição de cinco anos que a impede de atuar como curadora de instituições de caridade. A medida foi imposta pela Charity Commission, órgão regulador do Reino Unido, que concluiu que a modelo falhou em suas responsabilidades legais à frente da Fashion for Relief. Segundo o órgão, a gestão da organização, fundada em 2015 e atualmente extinta, foi marcada por má administração e uso indevido de fundos, configurando uma conduta considerada altamente culpável. O caso agora está sendo analisado por um tribunal, que decidirá se mantém a sanção aplicada à modelo. A disputa destaca a crescente fiscalização sobre a governança de organizações sem fins lucrativos lideradas por figuras públicas e a responsabilidade fiduciária exigida de seus administradores.
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