A eleição de Sherwin Gatchalian para a presidência do Senado consolida o poder de Marcos Jnr antes do julgamento de impeachment de Sara Duterte.
O Senado das Filipinas destituiu seu presidente em uma manobra política que altera a correlação de forças no legislativo do país. Com a eleição de Sherwin Gatchalian, apoiado por 13 dos 24 senadores, o grupo político do presidente Ferdinand Marcos Jnr consolidou o controle sobre a câmara alta. O parlamentar removido, Alan Peter Cayetano, era um dos principais aliados do ex-presidente Rodrigo Duterte e reconheceu a derrota na disputa pela liderança. A mudança estratégica ocorre em um momento de alta tensão institucional, poucos dias antes do início do julgamento de impeachment da vice-presidente Sara Duterte-Carpio. Analistas apontam que a reconfiguração enfraquece a influência do clã Duterte no Congresso e reflete o agravamento das divisões internas, sinalizando que a instabilidade política deve persistir enquanto o governo busca consolidar apoio em meio a esses processos decisivos.
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