Comunicado conjunto reforça que Irã não pode ter arma nuclear; participação inclui Austrália. Cúpula também trata Ucrânia.
Em Évian, na França, os líderes do G7 adotaram comunicado conjunto endossando o acordo EUA-Irã. Mais nove parceiros — entre eles a Austrália — aderiram à escolta naval no Estreito de Ormuz: uma missão "estritamente defensiva e independente" para reabrir o estreito e conduzir operações de desminagem.
A declaração reforça que o Irã não pode ter arma nuclear, abrindo caminho para suspender sanções relevantes em troca de passos verificáveis sobre o programa nuclear. Líderes de Emirados Árabes Unidos, Catar e Egito participaram da sessão de terça. Em paralelo, líderes europeus pressionam Trump a reavaliar a estratégia para a Ucrânia.
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