G7 em Évian endossa acordo EUA-Irã e escolta naval no Estreito de Ormuz com mais 9 parceiros
Comunicado conjunto reforça que Irã não pode ter arma nuclear; participação inclui Austrália. Cúpula também trata Ucrânia.
Pontos principais
- Comunicado conjunto endossa o memorando EUA-Irã
- Mais 9 parceiros, entre eles a Austrália, aderem à escolta naval
- Missão será "estritamente defensiva" para reabrir o Estreito de Ormuz e fazer desminagem
- Declaração reforça que Irã não pode ter arma nuclear e abre janela para suspender sanções
- Líderes de Emirados Árabes, Catar e Egito participaram da sessão de terça
- Europeus pressionam Trump a reavaliar estratégia para a Ucrânia
Em Évian, na França, os líderes do G7 adotaram comunicado conjunto endossando o acordo EUA-Irã. Mais nove parceiros — entre eles a Austrália — aderiram à escolta naval no Estreito de Ormuz: uma missão "estritamente defensiva e independente" para reabrir o estreito e conduzir operações de desminagem.
A declaração reforça que o Irã não pode ter arma nuclear, abrindo caminho para suspender sanções relevantes em troca de passos verificáveis sobre o programa nuclear. Líderes de Emirados Árabes Unidos, Catar e Egito participaram da sessão de terça. Em paralelo, líderes europeus pressionam Trump a reavaliar a estratégia para a Ucrânia.
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